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domingo, 16 de dezembro de 2012

Anatomy of a PLE


Experimentei e fiquei fã do Tagxedo. As possibilidades são múltiplas (a escolha da forma, das cores, do tipo de letra, a forma como se pode salvar). Retomando a metáfora da árvore, utilizei o texto «Anatomy of a PLE», de Wheeler, a que já aludi, noutra intervenção.

sábado, 15 de dezembro de 2012




Numa das mensagens incluída neste blogue, o autor apresenta os principais aspetos que um Personal Learning Environment (PLE) deve contemplar, utilizando uma expressão que me parece particularmente interessante: «anatomy of a PLE». O blogue de Steve Wheeler pareceu-me bastante rico. Para mais reflexões sobre esta e outras temáticas, relacionadas com a educação, consultar http://steve-wheeler.blogspot.pt/.

A «nuvem» de ferramentas do PLE


Através da conceção do PLE, apercebi-me melhor das múltiplas ferramentas que utilizo, em vários contextos e com objetivos bastante diversificados. Ainda tenho muito a explorar e a sistematizar. A «nuvem» é bastante grande... Nesta representação, incluí, também, alguns programas que, não estando disponíveis online, são a base para a construção de documentos que, depois, são partilhados.

PLE - breve comentário áudio


Audio and voice recording >>


Olá! Aqui fica um breve comentário, de viva voz, à realização destas últimas atividades, em torno do «Personal Learning Environment».

PLE: descrição e comentário

O meu Personal Learning Environment

domingo, 9 de dezembro de 2012

Personal Learning Environments | Bibliografia anotada - Artigo 2


Schaffert, S. & Hilzensauer, W. (2008). On the way towards Personal Learning Environments:
Seven crucial aspects. eLearning Papers, N.º 9. July 2008. Disponível em http://www.elearningeuropa.info/files/media/media15971.pdf Acedido a 7 de dezembro de 2012.


Neste artigo, os autores identificam sete dimensões, associadas aos Personal Learning Environments (PLEs), que acarretam mudanças significativas relativamente à forma como entendemos, hoje, a aprendizagem, colocando novos desafios.

1. o papel do aprendente, como produtor e consumidor de conteúdos (os autores propõem o termo «prosumer», resultante de um amálgama entre os dois anteriores;

2. personalização, com apoio e os dados fornecidos pelos membros da comunidade de aprendizagem em que o estudantes e insere;

3. a aprendizagem dos conteúdos é vista como algo constante e como um «bazaar», em que cada membro vai disponibilizando uma série de recursos, de acordo com os interesses do sujeito aprendente;

4. a importância do envolvimento;

5. a propriedade dos dados do estudante, com o respeito pelos dados pessoais, as questões éticas e a necessidade de garantir a preservação dos dados e a sua cópia;

6. a aprendizagem auto-organizada/regulada e o seu impacto nas instituições e nas organizações;

7. a dimensão tecnológica, relacionada com a utilização das ferramentas e a agregação de várias fontes de informação.

Para além de abordarem estas questões, os autores esboçam uma possível definição do conceito de PLE, destacando a importância do aprendente enquanto utilizador das ferramentas da web social. Na perspetiva de Schaffert & Hilzensauer, os PLEs são um conceito ou uma visão ainda em fase de estabilização. 

O foco destes autores, ao exporem o seu articulado de ideias, centra-se na evolução verificada entre dos LMS (Learning Management Systems) para os PLEs. Essa evolução surge sintetizada num quadro onde se destacam os sete aspetos referidos atrás e os desafios colocados pela sua utilização, em contextos de aprendizagem.

Do meu ponto de vista, uma das mais-valias deste artigo é não considerar os PLEs como uma panaceia. De facto, os autores têm a preocupação de apontar os pontos fracos e os pontos fortes dos PLEs. Por exemplo, salientam o facto de haver diferentes formas de aprender: na verdade, há sujeitos que preferem uma abordagem mais centrada no professor, porque apresentam, ainda, menores níveis de autonomia. No entanto, na sociedade da informação e do conhecimento, é importante desenvolver as competência digitais e os PLEs podem constituir uma boa forma de recolher, processar e agregar a informação.

Em suma, o artigo apresenta-se como um bom suporte teórico para a abordagem das questões relacionadas com os PLEs. Da sua leitura, intui-se que a aprendizagem é um processo que necessita de recursos e que assenta nos estímulos e nos desafios que os outros nos colocam, associando uma dimensão individual e coletiva. Um PLE ilustra bem as novas potencialidades da web 2.0, mas também da web 3.0, assente em critérios semânticos. 


Personal Learning Environments - visão pessoal, no PREZI

Personal Learning Environments - uma representação do conceito disponível na web


Personal Learning Environments | Bibliografia anotada - Artigo 1




Nuvem de palavra criada com o texto da bibliografia anotada.


Nascimento, M. A. (2012). Personal Learning Environments: um pretexto para (re)pensar a aprendizagem em plataforma digitais. In Monteiro, A. M. et al. (orgs.). Educação Online – pedagogia e aprendizagem em plataformas digitais (pp. 97-110). Santo Tirso: De Facto Editores.

O artigo começa por destacar o lugar que o personal learning environment (PLE)/ambiente pessoal de aprendizagem ocupa, hoje, no domínio das aprendizagens digitais. Estes ambientes apresentam-se bastante promissores, nomeadamente num contexto de aprendizagem autodirigida, ao longo da vida.

A signatária do artigo salienta, ainda, a complexidade e a multidimensionalidade do conceito, convocando outros estudos que se têm debruçado sobre o assunto desenvolvido na sua reflexão. Os PLEs colocam, assim, um desafio que consistem integrar num verdadeiro trabalho colaborativo e sistematizado as múltiplas ferramentas dispersas a que o utilizador da web 2.0 recorre. Assim, o desenvolvimento destes PLEs pressupõe que os mesmos devem ser entendidos como uma maneira de aprender, em que o comportamento dos utilizadores é fundamental. Para o seu sucesso contribuem a atenção, o interesse, a aproximação e o envolvimento ativo dos aprendentes.

A reflexão, ao desenvolver as questões da aprendizagem ao longo da vida e autodirigida centra-se, depois, num conjunto de teorias, sobretudo de base humanista e construtivista, destacando as questões ligadas à autonomia dos aprendentes e ao conectivismo, enquanto nova teoria da aprendizagem. O artigo foca, ainda, alguns aspetos relacionadas com a aprendizagem informal em ambientes digitais.

Do meu ponto de vista, este artigo foca os aspetos fundamentais que podem nortear a construção dos PLEs, realçando o seu papel na concretização de aprendizagens significativas. Os PLEs prefiguram, assim, uma nova ecologia da aprendizagem, associando a sua dimensão formal e informal e enfatizando a dimensão individual na gestão do ato de aprender, em contexto coletivo.