sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Impressões myMPeL 2012

Na impossibilidade de estar presente na 3.ª Conferência myMPel, em Lisboa, nas instalações da Universidade Aberta, a disponibilização da conferência online, com a possibilidade de nos inscrevermos nos momentos que mais nos interessavame dos materiais de apoio, através de várias redes sociais, foi, sem dúvida, uma mais-valia.

A diversidade de temas e de contextos apresentados penso que comprovam a importância que a tecnologia tem, na atualidade, em contextos de formação e de aprendizagem. Para além disso, a web prefigura-se, também, como um ambiente privilegiado para a realização de investigação, não só como meio auxiliar de suporte à investigação mas, ainda, como ambiente de investigação, a reclamar a atenção dos estudiosos.

A criação de redes sociais de apoio ao evento mostra como a partilha e a colaboração fazem parte dos ambientes de aprendizagem emergentes.

O conceito preconizado para este blogue mostra como, hoje, quase não existe quem não existe na web. Mas a utilização da tecnologia coloca, como comprovam muitas das intervenções, novos desafios e novos problemas. A web disponibiliza as ferramentas que permitem aos utilizador criar os nós da rede e, no nosso contexto, aprender mais, a qualquer momento e em qualquer lugar, como comprovou a conferência em apreço.

1 comentário:

  1. Olá Luís,

    De facto o uso de diferentes ferramentas em conferências e em cursos online, está a tornar-se comum e tem as suas vantagens e, por vezes, algumas desvantagens.

    Nesta conferência para além da transmissão em tempo real por videoconferência, tínhamos o twitter e o facebook, para além da página web da conferência que já inha muita informação e apresentações.

    Esta simultaneidade de ferramentas, se por um lado torna a interação mais dinâmica, também gera algum frenesi e alguma dispersão. Eu tento acompanhar mas por vezes é demasiado intenso.

    Os MOOCs em que participei tiveram diferentes abordagens, uns mais estruturados e outros mais livres. E usaram diferentes ferramentas. Em todos se recorreu uma vez por semana a videoconferência/webinar e variaram nas ferramentas utilzadas. Um deles tinha um site com a informação nuclear do curso, estrutura e respetivos recursos em wikispaces e pedia aos participantes para criar blogs pessoais para irem registando as suas reflexões.
    Dois outros MOOCs utilizaram plataformas - Moodle e Blackboard, tendo as discussões decorrido nos respetivos foruns.
    Um outro MOOC da Google utilizou ferramentas Google: Hangout, Google+, Googlegroups.

    As variantes são muitas, mas eu ainda vejo vantagens na utilização de plataformas associadas a outras ferramentas livres para não criar grande dispersão.

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